A Cidade dos Ecos: Onde Memórias e Culpa Moldam a Realidade

A Cidade dos Ecos: Onde Memórias e Culpa Moldam a Realidade

By Master MB

Em um mundo onde o passado nunca permanece em silêncio, algumas cidades não são feitas de concreto, mas de lembranças, medos e arrependimentos. A Cidade dos Ecos existe nesse limiar — um lugar onde a mente humana se torna o maior território a ser explorado.

Capítulo 1: O Despertar na Cidade dos Ecos

O sol nunca se punha completamente na Cidade dos Ecos. Um brilho pálido e constante mantinha o horizonte preso a um crepúsculo eterno. Arranha-céus tomados pela vegetação e ruas silenciosas guardavam os vestígios de um passado esquecido.

Foi nesse cenário que Iris despertou — sem memória, sem respostas e sem saber como havia chegado ali. Ao seu redor, outras figuras emergiam da névoa, igualmente perdidas.

Os Sobreviventes

  • Iris — Jovem sem memória, sensível aos sussurros da cidade.
  • Ethan — Homem marcado por cicatrizes e por uma paranoia crescente.
  • Lúcia — Mulher experiente, disciplinada e observadora.
  • A Criança — Silenciosa, atenta e profundamente conectada ao ambiente.

Capítulo 2: Quando o Medo Ganha Voz

Com o passar dos dias, o grupo percebeu que a cidade reagia às emoções humanas. Ethan começou a ouvir vozes — ecos que sussurravam desconfiança e paranoia.

A tensão culminou quando ele acusou Lúcia de manipulação. O confronto físico foi inevitável, revelando que a Cidade dos Ecos não apenas observava, mas estimulava o conflito.

Capítulo 3: Ecos do Passado

Explorando uma biblioteca abandonada, Iris encontrou um livro que pulsava como se estivesse vivo. Ao tocá-lo, vislumbrou o passado da cidade — um lugar de prosperidade corrompido por um poder oculto.

Ao retornar, compreendeu que a cidade amplificava culpas e arrependimentos, transformando emoções em armas contra seus próprios habitantes.

Capítulo 4: A Aliança Improvável

Lúcia revelou ter sido arqueóloga. Juntas, ela e Iris passaram a decifrar inscrições e máquinas antigas. Enquanto isso, Ethan começava a perceber que suas suspeitas não eram inteiramente suas.

Relutante, ele aceitou se unir novamente ao grupo. A cidade parecia reagir à aproximação deles, tornando-se cada vez mais opressiva.

Capítulo 5: O Coração da Cidade

No centro da metrópole, encontraram uma câmara monumental. Uma máquina pulsava no interior, emanando o som hipnótico que alimentava os ecos.

Ethan tentou destruí-la, convencido de que a força bruta era a única saída. O confronto final expôs todas as culpas que carregavam.

Capítulo 6: Redenção

Foi a criança quem tocou a máquina. A cidade tremeu — não em destruição, mas em transformação. As ruínas começaram a se reconstruir.

Com a desativação do núcleo, as memórias retornaram. A Cidade dos Ecos revelara-se uma prisão construída a partir da culpa coletiva.

Sobre esta história

A Cidade dos Ecos é uma obra de ficção especulativa adulta que explora memória, culpa, redenção e os efeitos psicológicos do isolamento em ambientes extremos.

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