Operação Reação: A Unidade Que Age Onde a Justiça Não Alcança

Operação Reação: A Unidade Que Age Onde a Justiça Não Alcança

Por Master MB

Existem decisões que nunca passam por tribunais. Acordos que não deixam assinaturas. Missões que simplesmente não existem em nenhum relatório oficial.

Enquanto o mundo acredita que a ordem é mantida por leis visíveis e instituições públicas, existe um território cinzento e silencioso — onde a justiça não chega a tempo, ou simplesmente não chega.

É exatamente nesse espaço invisível que surge a Operação Reação: uma unidade não oficial, criada para agir quando sistemas falham, protocolos colapsam e as consequências não podem esperar.

Sem bandeiras. Sem reconhecimento. Sem registros. Apenas resultados.

⚠️ O que você vai ler a seguir jamais poderia constar em documentos públicos.

Capítulo 1: O Recrutamento Fora de Qualquer Protocolo

No coração de uma metrópole que nunca dormia de verdade, Marcus “O Engenheiro” Soares trabalhava em completo silêncio.

Seu laboratório improvisado parecia caótico, mas cada fio, cada circuito e cada tela obedeciam a uma lógica precisa.

Desde que deixara a inteligência militar, Marcus jamais conseguiu desligar a mente. Resolver problemas impossíveis não era apenas um talento — era uma necessidade.

A milhares de quilômetros dali, em uma região esquecida até pelos mapas oficiais, Maria “A Estratégica” Santos treinava civis em técnicas avançadas de autodefesa.

Ex-forças especiais, ela não buscava reconhecimento. Apenas eficiência.

O convite não chegou como uma proposta. Chegou como um aviso:

“Precisamos de você. Não existe a opção de recusar.”

A Equipe da Operação Reação

  • Marcus “O Engenheiro” Soares — Tecnologia, eletrônica e invasão de sistemas.
  • Maria “A Estratégica” Santos — Liderança tática, combate e decisões sob pressão.
  • Carlos “O Comandante” Oliveira — Planejamento estratégico e coordenação operacional.

⚠️ Nenhum deles existe oficialmente. Mas todos mudam o rumo dos acontecimentos.

Capítulo 2: A Missão Que Nunca Existiu

A primeira operação envolvia o resgate de um cientista cuja pesquisa em energia renovável ameaçava interesses grandes demais para serem citados publicamente.

Oficialmente, ele havia desaparecido.

Extraoficialmente, era mantido em um complexo protegido por sistemas que não deveriam existir fora de instalações militares.

Enquanto Maria liderava a incursão com precisão cirúrgica, Marcus neutralizava câmeras, sensores e travas digitais com soluções improvisadas — rápidas, silenciosas e definitivas.

⚠️ Dentro daquele complexo, a equipe descobriu algo muito maior do que um sequestro.

Capítulo 3: O Inimigo Dentro do Próprio Sistema

A missão revelou uma verdade desconfortável: informações estavam vazando de dentro da própria estrutura criada para proteger o país.

Quando um antigo aliado surgiu como principal suspeito, a confiança da equipe foi colocada à prova.

Em operações desse nível, a dúvida pode ser tão letal quanto qualquer arma.

⚠️ Cada escolha errada custaria mais do que a própria missão.

Capítulo 4: O General Sombra

No coração de um complexo subterrâneo, cercado por concreto e aço, surgiu a figura conhecida apenas como General Sombra.

Enquanto Maria o mantinha preso em um jogo perigoso de tempo e atenção, Marcus corria contra o relógio para impedir uma explosão que jamais seria oficialmente atribuída a alguém.

⚠️ Ali, segundos valiam mais do que qualquer ordem.

Epílogo: Quando Uma Missão Termina, Outra Começa

A operação foi concluída com sucesso — pelo menos nos registros que existiam.

Relatórios interceptados, porém, indicavam novos movimentos, novos nomes e ameaças ainda fora do radar público.

A Operação Reação não existe para vencer guerras.

Ela existe para impedir que o mundo descubra o quão perto esteve de começar uma.

Sobre esta história

Operação Reação é uma obra de ficção adulta que explora operações secretas, ética militar, tecnologia aplicada à segurança e decisões tomadas fora dos canais oficiais.

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